A reconstrução dos vÃnculos e processos de interação social e de consumo a partir do imaterial traz conseqüências maiores para a maneira com que os sujeitos relacionam-se a si mesmos. Tais modificações, no entanto, não estão isentas da gestão e interferência de processos econômicos e, por isto, parecem ser indissociáveis da limitação da autonomia individual. Como então pensar as possibilidades e desafios presentes nesta nova situação?
Por: Laymert Garcia dos Santos
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Outra versão da mesma ementa:
O CONSUMO DO IMATERIAL Que papel tem o consumidor no processo de capitalização do virtual? Para onde nos levarão os jogos eletrônicos e produtos interativos? O jogo, por princÃpio,caracteriza-se como uma atividade finita, mas ao mantê-lo em torno da vida real, através de produtos virtuais e interativos, o próprio consumidor poderá se transformar em mercadoria virtual infinita, uma vez que seu corpo torna-se o objeto das experiências que vive. As novas tecnologias de informação, sobretudo as móveis, apontam a tendência de nossas futuras relações com os objetos eletrônicos informacionais, tais como computadores, celulares e pagers. Quem terá acesso à s informações pessoais detalhadas do consumidor? Analisando a evolução dos gizmos – modelos multifuncionais enquanto interface técnica para redes informacionais – para onde caminha a relação entre o homem e a máquina?Â