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	<title>III Encontro ESPM de Comunicação e Marketing</title>
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	<description>III Encontro ESPM de Comunicação e Marketing</description>
	<pubDate>Fri, 29 May 2009 19:24:34 +0000</pubDate>
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		<title>Palestra com Richard Barbrook</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 20:37:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sueli</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[Palestra]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="ngg-singlepic ngg-center" src="http://encontro.espm.br/wp-content/gallery/espm/barbrook.jpg" alt="barbrook.jpg" /></p>
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		<title>Do acesso à pós-produção: a cultura além dos objetos</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 00:41:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Sociedade de consumo, sociedade do espetáculo ou sociedade do acesso? Mudanças nas relações entre produtos e compradores, nos modos de criar, comunicar, obter informações e usar os bens culturais. Novas maneiras de criar: montagem, reciclagem, pós-produção. Novas maneiras de ter acesso: por meio do mercado, das instituições, dos downloads e da pirataria. O que resta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sociedade de consumo, sociedade do espetáculo ou sociedade do acesso? Mudanças nas relações entre produtos e compradores, nos modos de criar, comunicar, obter informações e usar os bens culturais. Novas maneiras de criar: montagem, reciclagem, pós-produção. Novas maneiras de ter acesso: por meio do mercado, das instituições, dos downloads e da pirataria. O que resta da cultura como repertório de objetos e da arte como coleção de obras?</p>
<p>Por: Néstor García-Canclini</p>
<p> </p>
<p>Outra versão da mesma ementa:</p>
<p>O ACESSO À MASSA: A CULTURA ALÉM DOS OBJETOS Vivemos numa sociedade de consumo, sociedade do espetáculo ou sociedade do acesso? Em tempos de acesso imediato – quando a discografia de uma banda, um filme ou até mesmo um livro estão ao alcance de um clique – o mercado e suas instituições procuram alternativas de adequação à realidade dos downloads e à pirataria, na medida em que os produtos perdem sua tangibilidade e tem alcance amplificado por muitos formatos midiáticos. O cenário é de constantes avanços tecnocientíficos e hibridação de diferentes culturas, a nível local e global, o que torna a comunicação entre públicos mais homogênea a cada dia, numa sociedade tomada por ipods, imagens de alta definição e espetacularização da realidade. Sendo assim, o que resta da cultura como repertório de objetos e da arte como coleção de obras?</p>
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		<title>O consumo do imaterial</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 00:39:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[A reconstrução dos vínculos e processos de interação social e de consumo a partir do imaterial traz conseqüências maiores para a maneira com que os sujeitos relacionam-se a si mesmos. Tais modificações, no entanto, não estão isentas da gestão e interferência de processos econômicos e, por isto, parecem ser indissociáveis da limitação da autonomia individual. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A reconstrução dos vínculos e processos de interação social e de consumo a partir do imaterial traz conseqüências maiores para a maneira com que os sujeitos relacionam-se a si mesmos. Tais modificações, no entanto, não estão isentas da gestão e interferência de processos econômicos e, por isto, parecem ser indissociáveis da limitação da autonomia individual. Como então pensar as possibilidades e desafios presentes nesta nova situação?</p>
<p>Por: Laymert Garcia dos Santos</p>
<p> </p>
<p>Outra versão da mesma ementa:</p>
<p style="text-align: left;">O CONSUMO DO IMATERIAL Que papel tem o consumidor no processo de capitalização do virtual? Para onde nos levarão os jogos eletrônicos e produtos interativos? O jogo, por princípio,caracteriza-se como uma atividade finita, mas ao mantê-lo em torno da vida real, através de produtos virtuais e interativos, o próprio consumidor poderá se transformar em mercadoria virtual infinita, uma vez que seu corpo torna-se o objeto das experiências que vive. As novas tecnologias de informação, sobretudo as móveis, apontam a tendência de nossas futuras relações com os objetos eletrônicos informacionais, tais como computadores, celulares e pagers. Quem terá acesso às informações pessoais detalhadas do consumidor? Analisando a evolução dos gizmos – modelos multifuncionais enquanto interface técnica para redes informacionais – para onde caminha a relação entre o homem e a máquina? </p>
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		<title>A experiência como paradigma do produto</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 00:38:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[paradigma]]></category>

		<category><![CDATA[práticas]]></category>

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		<description><![CDATA[É possível que nossa época seja lembrada no futuro por inaugurar mutações maiores no conceito que define a essência do mercado, a saber, a propriedade. Estamos acostumados a pensar o fundamento da sociedade de consumo através da posse da propriedade. Mas e se nossas sociedades estiverem caminhando para uma situação onde a posse do produto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É possível que nossa época seja lembrada no futuro por inaugurar mutações maiores no conceito que define a essência do mercado, a saber, a propriedade. Estamos acostumados a pensar o fundamento da sociedade de consumo através da posse da propriedade. Mas e se nossas sociedades estiverem caminhando para uma situação onde a posse do produto material está, aos poucos, deixando de ser o modelo hegemônico das formas de relação ao consumo? E se o modelo for, ao invés da posse do produto, o acesso à experiência? Quais as conseqüências disto para as práticas de comunicação comercial?</p>
<p>Outra versão da mesma ementa:</p>
<p style="text-align: left;">A EXPERIÊNCIA COMO PARADIGMA DO PRODUTO É possível que nossa época seja lembrada no futuro por inaugurar mudanças no conceito que define a essência de propriedade. Estamos acostumados a pensar o fundamento da sociedade de consumo através da posse da propriedade,mas e se nossas sociedades estiverem caminhando para uma situação onde a posse do produto material está, aos poucos, deixando de ser o modelo hegemônico do consumo? E se o modelo for,ao invés da posse, o acesso à experiência? Quais as conseqüências disto para as práticas de comunicação comercial?</p>
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		<title>O que vende a indústria da cultura?</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 00:34:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Painéis]]></category>

		<category><![CDATA[cultura]]></category>

		<category><![CDATA[experiência]]></category>

		<category><![CDATA[indústria fonográfica]]></category>

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		<description><![CDATA[A indústria da cultura foi, sem dúvida, o setor da economia mundial que mais rapidamente sentiu as conseqüências da desmaterialização do produto. O caso da indústria fonográfica demonstra claramente até onde pode ir uma situação onde a posse do produto material dá lugar ao acesso a bancos de informação. Mas, levando em conta que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A indústria da cultura foi, sem dúvida, o setor da economia mundial que mais rapidamente sentiu as conseqüências da desmaterialização do produto. O caso da indústria fonográfica demonstra claramente até onde pode ir uma situação onde a posse do produto material dá lugar ao acesso a bancos de informação. Mas, levando em conta que a cultura tem um peso decisivo na economia contemporânea mundial, não poderíamos dizer que ela, enquanto espaço de acesso a experiências, aparece como o setor mais avançado de uma mutação maior nos nossos modos de relação à sociedade de consumo? O capitalismo não seria, cada vez mais, um capitalismo “cultural”?</p>
<p>Outra versão da mesma ementa:</p>
<p>O QUE VENDE A INDÚSTRIA DA CULTURA? A indústria da cultura foi o setor da economia mundial que mais rapidamente sentiu as conseqüências da desmaterialização do produto. O caso dos downloads de filmes e músicas demonstra até onde pode ir uma situação em que a posse do produto material dá lugar ao acesso a bancos de informação. Mas, levando em conta que a cultura tem um peso decisivo na economia mundial, poderíamos dizer que as experiências vividas pelo consumidor a partir do acesso são emblemáticas quanto às mudanças nos modos de consumo em geral? Ao assumirmos a realidade da indústria cultural como prenúncio do que ocorrerá em setores mais amplos da economia, o capitalismo não seria, cada<br />
vez mais, um capitalismo “cultural”?</p>
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