É possÃvel que nossa época seja lembrada no futuro por inaugurar mutações maiores no conceito que define a essência do mercado, a saber, a propriedade. Estamos acostumados a pensar o fundamento da sociedade de consumo através da posse da propriedade. Mas e se nossas sociedades estiverem caminhando para uma situação onde a posse do produto material está, aos poucos, deixando de ser o modelo hegemônico das formas de relação ao consumo? E se o modelo for, ao invés da posse do produto, o acesso à experiência? Quais as conseqüências disto para as práticas de comunicação comercial?
Outra versão da mesma ementa:
A EXPERIÊNCIA COMO PARADIGMA DO PRODUTO É possÃvel que nossa época seja lembrada no futuro por inaugurar mudanças no conceito que define a essência de propriedade. Estamos acostumados a pensar o fundamento da sociedade de consumo através da posse da propriedade,mas e se nossas sociedades estiverem caminhando para uma situação onde a posse do produto material está, aos poucos, deixando de ser o modelo hegemônico do consumo? E se o modelo for,ao invés da posse, o acesso à experiência? Quais as conseqüências disto para as práticas de comunicação comercial?